Sábado, 4 de Abril de 2026
Brancos
Sir Rui
Parente
Furão
Claudemilson
Sardão
Conde
Eliseu
Luiz
Pretos
Campos
Joli
Alexandre
Jorge
Peter
Pinto
Pisa
Alisson
Tarde grandiosa no relvado do seminário. Sol primaveril com sabor a verão trouxe um jogo equilibrado, pacífico e equilibrado até ao fim.
Já tinhamos saudades destas tardes no seminário. Apesar do sol convidar a uma tarde de praia, rapidamente a convocatória se encheu de regressos, sempre bons de assinalar. Parente, Pisa e Alisson voltaram após ausência e ajudaram a compor uma convocatória composta apenas por membros deste grandioso grupo.
Com doze minutos de atraso, a bola começou a rolar e aos aos cinco minutos minutos já assistiamos ao golo da primeira e única vantagem dos pretos. Lance de insistência do voluntarioso Joli a servir João Campos para o primeiro tento da partida. Os brancos trocavam melhor a bola e por consequência tomavam conta do jogo, pelo que a reviravolta no marcador não tardou. Os termómetros assinalavam temperaturas altas para a época, o que terá afetado o rendimento de ambas as equipas, mas não o equilíbrio do jogo. Golos lá e cá conduziram-nos ao intervalo com superioridade branca, materializada com a vantagem de um golo.
Num gesto de altruísmo, Eliseu cedeu o lugar ao fresco e jovem Quintino que alinhou pelos brancos na segunda parte do desafio.
Notava-se que os brancos eram superiores, mas o esforço dos pretos era notório.
André Pinto, Peter e Furão pareciam não acusar a noite animada de sexta feira e assinalaram belas exibições, principalmente Furão que no meu entender terá aqui feito aqui um dos melhores jogos dos últimos meses. Palavras positivas também para Pisa, que se apresentou mais voluntarioso e disponível para tomar decisões em prol da equipa. Melhor fisicamente deixou a sua marca num livre apontado de forma exímia, que apenas esbarrou na trave da baliza do gigante Rui Pupi.
A meio da segunda parte já as pernas e o calor pesavam quando assistimos a um dos mais belos momentos da tarde: Jorge Rebocho, qual Cafu, emerge pela linha e disfere um belo remate que só parou nas redes da baliza branca. Boa, Jorge! O jogo continuava animado, apesar de nem sempre bem jogado. Os brancos tinham em Luiz a prova de que a qualidade e classe não precisam de fintas ou grandes adornos. O nosso maior artista pautou pela simplicidade, como habitual, e esteve em grande parte dos golos da sua equipa. O maximo que os brancos se conseguiam distanciar era com uma vantagem de dois golos, quase sempre anulada pela superação preta.
Estes (pretos) lutaram e ainda estiveram perto do empate, mas já não havia tempo para mais. Vitória tangencial dos brancos, numa tarde a repetir.
No final, o aniversariante Peter brindou os resistentes com uma saborosa mini. Que belo fim de tarde.
Um abraço a todos.
Até sábado.
João Campos


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