Sábado, 23 de Maio de 2026
Brancos 8
Furão
Crispim
Alexandre
Alexis
Paul Robert
João Sardão
Peter
Pretos 9
Yilber
João Campos
Seba
Julian
Rodrigo
Jorge
Andres
Equipas muito desequilibradas obrigaram a uma alteração ao intervalo.
À chegada ao seminário, cruzei-me com o Ruizinho Hércules, que acabou por não nos visitar porque estava incomodado com o demasiado movimento no seminário.
Mais uma vez foi extremamente difícil juntar 14 atletas, pelo que foi necessário recorrer a vários extracomunitários. Confesso que a volatilidade deste grupo é algo que tenho dificuldade em explicar.
Hércules fez as equipas, mas João Campos achou por bem fazer algumas alterações. E mal como veremos.
A primeira parte teve pouca história: os brancos eram muito superiores, pelo que os golos foram surgindo naturalmente. Robert, Peter e Crispim desenhavam jogadas naturalmente eficazes. Furão, Alexandre e João Sardão também se apresentavam em bom plano.
Do outro lado, havia pouco entrosamento entre os atletas, e em alguns casos, algumas debilidades físicas. Seba, que até estava a ser dos melhores brancos, foi para a baliza e o melhor que a sua equipa conseguiu foi um tento de honra em 40 minutos (mais cinco, pois o jogo esteve parado 5 minutos).
Ao intervalo todos concordámos que seria melhor fazer um ajuste, caso contrário o jogo não teria interesse. Pois bem, Rodrigo trocou com Paul Robert e assim iniciámos a segunda parte. As diferenças eram notórias e isso fazia-se notar no marcador. A desvantagem de 5 golos foi-se desfazendo, apenas atenuada com dois golos de Peter ( um deles de cabeça e de belo efeito).
Mas os pretos tinham agora Paul Robert, um jogador que joga e faz jogar, e que mostra que o futebol envolvente é o mais eficaz.
O empate a oito bolas ficou desfeito no final, quando Julian deu a vitória aos pretos.
O mais justo teria sido, contudo, o empate.
Foi um jogo sem grande qualidade mas com interesse até final.
Voltamos para a semana.
Um abraço.
João Campos

