segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

 Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

Não houve jogo por falta de atletas.
Ainda assim estavam disponíveis os seguintes:


1 - Luiz
2 - Alexis
3 - Peter
4 - Jorge
5 - Furão
6 - João Sardão
7 - Machado
8 - Eliseu

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

 Sábado, 14 de Fevereiro de 2026

BRANCOS - 6

Furão
João Campos
Andres
Alexandre
Jorge
Eliseu
Rodrigo 

PRETOS - 9 

Peter
Alexis
João Sardão
Claudemilson
Joli
André Pinto
Crispim

Depois de dias infindáveis de chuva e vento, fomos presenteados com uma bela tarde de sol, à qual já nem estávamos habituadas. Mas nem isso facilitou a convocatória e o jogo esteve em risco pois quase não tivemos quorum.

Peter fez as equipas, mesmo desconhecendo alguns atletas como Crispim e Rodrigo, o que dificultou uma tarefa que por si só já é complexa. Mas a verdade é que assistimos a uma partida equilibrada, com interesse até ao fim.

Devido ao atraso de Claudemilson, o jogo começou apenas às 15h52 (vinte e dois minutos atrasado). Apesar do sol, a tarde estava fria e os atletas ainda estavam a aquecer, o que justificou o facto de o primeiro golo ter demorado quase 10 minutos a chegar. Os pretos assumiam o jogo, com Crispim  a supreender tudo e todos: o estreante dominou o meio campo preto, com força, qualidade de passe, inteligência e pragmatismo na decisão. Mas ao seu lado, havia Joli que repetiu a boa exibição da semana passada e fortaleceu ainda o setor mais forte dos pretos. Do outro lado, também se lutava mas com menos intensidade. Furão demorou a acordar e a estreia Rodrigo não acompanhava o fulgor dos seus opositores. Ainda assim, os brancos nunca baixavam os braços e aos 30 minutos eram premiados com o golo que reduzia a desvantagem para 1-2. 
Para esta escassez de golos, muito contribuiram as exibições dos centrais de ambas as equipas: Eliseu e Peter estavam sólidos nas respetivas defesas e iam conseguindo anular as investidas adversárias.

Chegámos ao intervalo com os pretos a vencerem pela margem mínima (2-1 ou 3-2, creio eu).

A segunda parte veio reforçar a ideia que ficara da primeira parte: superioridade dos pretos e incapacidade dos brancos para suster a tripla Joli, Claudemilson e Crispim. Com naturalide, os golos foram surgindo e criava-se um fosso cada vez maior entre as equipas, pelo que a certa altura a diferença era já de 3 golos. Mas a conjugação de alguns fatores trouxe novamente interesse ao jogo: Furão e Andrés (mas principamente Furão) subiram de rendimento e trouxeram alguma vida ao jogo branco. Em sentido inverso, Claudemilson,Crispim e João Sardão baixaram de rendimento, permitindo aos brancos acreditar que a reviravolta seria possível. Faltavam apenas 10 minutos para o final e a diferença era de apenas um golo. Mas o cansaço já era muito e os pretos recuperaram a vantagem, que iriam assegurar até final.
Vitória justa, da equipa mais robusta e capaz. Boa réplica branca ainda assim.
Jogo interessante sem casos nem grandes discussões.

Voltamos para a semana,

Um abraço
João Campos

Ruizinho Hércules, quando voltas? Já temos saudades das tuas exibições e reportagens. 



segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

 Sábado, 7 de Fevereiro de 2026


Brancos - 8 

João Campos
Rafael 
Joli
Furão
Jorge Rebocho
Andres
Patrício
Peter 

Pretos - 7

Papi
Julian GK
Claudemilson
Alexandre
João Sardão
Eliseu
Lautauro
Luiz

Péssimas condições atmosféricas não demoveram os 16 magníficos. Os brancos tornaram interessante um jogo que podia ter sido uma goleada.

Apesar de a grande maioria dos atletas ter chegado a horas, só começámos a jogar já passavam 15 minutos das 15h30. O tempo estava péssimo, mas apesar do frio, muita chuva e vento lá começámos a jogar. 
Os pretos foram os primeiros a marcar: Claudemilson, Luiz e Papi desenharam a jogada do golo inical. Às 15h58 chegou Patrício, que ainda foi a tempo de assistir ao 2-0. O futebol dos pretos surgia com naturalidade, sendo que para isso muito contribuia a simplicidade do futebol de Luiz e a força e classe de Papi. Tudo isto sustentado pelo guardião difícil de transpor: Julian.

Do outro lado, reinava alguma desordem. O facto de não haver guarda-redes fixo, e por consequência, as posições serem rotativas, fazia com que alguns brancos não soubessem exatamente que terrenos ocupar. Ainda assim, os brancos lutavam e acabaram por reduzir para 1-2. Para isto muito contribuiu a exibição de um atleta: 90 minutos a atacar e defender, Joli era o pronto socorro da defesa branca e surgia muitas vezes na ajuda ao ataque. O título de MVP vai para este box-to-box, Joli. 
Mas nos brancos também Peter estava muito bem. Seguro a defender, ainda foi capaz de fazer alguns golos importantes, tendo assinado, no meu ver, a melhor exibição dos últimos meses.
Com mais alguns golos de ambas as equipas, chegámos ao intervalo com vantagem preta por 4-3.

A segunda parte iniciou-se com o 5-3 e tudo parecia bem encaminhado para um vitória tranquila dos pretos. Patrício com algumas atitudes difíceis de explicar atirava a bola para longe sem razão aparente até ao momento em que abandonou mesmo a partida, deixando a equipa a jogar com menos um jogador. E foi aqui precisamente o jogo virou. Os pretos facilitavam, esbanjavam golos incrivelmente fáceis e os brancos lá iam reduzindo a diferente que chegou a ser de 4 golos. Furão e Andres também subiram de rendimento e a equipa beneficiou disso mesmo. Já perto do final, Peter fez o 8-7, que viria a ser o resultado final.

Parece-me claro que os pretos podiam ter perfeitamente ganho o jogo por larga margem, mas foram perdulários e negligentes tendo permitido a recuperação dos brancos. No final, Eliseu estava visivelmente irritado. E com razão, acrescento eu.

Apesar de tudo, foi um bom jogo.
Voltamos para a semana, um abraço.

Nota: Ainda estamos à espera da reportagem do jogo do dia 24 de Janeiro, @Peter!

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

 Sábado, 31 de Janeiro de 2026

Conde

João Campos
Claudemilson
Jorge
Rafael
Furão
Alexandre
Luiz
Conde

Pretos - 4

Eliseu
Papi
Hugo
Sardão
Patrício
Guilherme
Nobre
Joli

Apesar de ausente, Hércules voltou a presentear-nos com equipas bem feitas. Diferença de um golo no final foi mostra disso mesmo.

Nas palavras do Furão, este era o jogo mais importante do ano, por se tratar da partida que se ia dissecar no jantar. E a verdade é que assistimos a um belo desafio de futebol.
Nota negativa para Claudemilson e Rafa, que chegaram com 29 minutos de atraso, o que é obviamente reprovável. Mas a chegada destes dois reforços foi decisiva para equilíbrio da equipa branca e do resultado final.
O jogo começou com equilíbrio. Os pretos tinham a grande desvantagem de não terem guardião fixo o que também se revelou decisivo. Mais à frente Hugo, Papi, Nobre e Joli apresentavm algumas jogadas bem delineadas, e fruto disso foram alguns bons golos na primeira parte. Os brancos tinham uma defesa mais robusta (guardião Rafa e enorme Conde com central) mas pouca solidez a meio campo. Furão aparecia muitas vezes na linha destapando o meio campo apenas coberto pelo incansável Claudemilson. Ao intervalo havia 4-3 a favor dos pretos. 
A segunda parte começou com algum desnorte na equipa preta. Desorganização e discussões internas fizeram com que os brancos chegassem ao empate e dessem a cambalhota no marcador. Aos 60 minutos, havia 5-3 para os brancos e foi aqui que o jogo mudou. Os pretos foram à procura do resultado e tomaram conta do jogo. Diria que nesse período terão tido mais de 70% de posse de bola, mas essa posse não se concretizava nem em golos nem em oportunidades flagrantes. Os brancos remetiam-se ao seu maior trunfo, a defesa, e estavam os seus 8 jogadores quase sempre no meio campo defensivo. 
Havia cada vez menos tempo para a recuperação dos pretos e isso dava alento e força aos brancos que praticamente já não atacavam.
Aos 49 minutos da segunda parte, Papi reduz na sequência de um canto, mas já não havia tempo para mais. Vitória dos brancos, sendo que o resultado mais justo seria talvez o empate.

Mas o melhor estava reservado para a noite: grande jantar, com boa comida, boa bebida e ainda melhor convívio entre os atletas destes grupo que teve a honra de contar com a presença do enorme José Carlos Gamelas, a quem aproveito para agradecer a presença.
Obrigado ao Luiz pela organização do jantar no restaurante Cafeína nos Arcos.

Para a posteridade, deixo a foto do grandioso jantar:



Um abraço
Até sábado.
João Campos