segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

 Sábado, 14 de Fevereiro de 2026

BRANCOS - 6

Furão
João Campos
Andres
Alexandre
Jorge
Eliseu
Rodrigo 

PRETOS - 9 

Peter
Alexis
João Sardão
Claudemilson
Joli
André Pinto
Crispim

Depois de dias infindáveis de chuva e vento, fomos presenteados com uma bela tarde de sol, à qual já nem estávamos habituadas. Mas nem isso facilitou a convocatória e o jogo esteve em risco pois quase não tivemos quorum.

Peter fez as equipas, mesmo desconhecendo alguns atletas como Crispim e Rodrigo, o que dificultou uma tarefa que por si só já é complexa. Mas a verdade é que assistimos a uma partida equilibrada, com interesse até ao fim.

Devido ao atraso de Claudemilson, o jogo começou apenas às 15h52 (vinte e dois minutos atrasado). Apesar do sol, a tarde estava fria e os atletas ainda estavam a aquecer, o que justificou o facto de o primeiro golo ter demorado quase 10 minutos a chegar. Os pretos assumiam o jogo, com Crispim  a supreender tudo e todos: o estreante dominou o meio campo preto, com força, qualidade de passe, inteligência e pragmatismo na decisão. Mas ao seu lado, havia Joli que repetiu a boa exibição da semana passada e fortaleceu ainda o setor mais forte dos pretos. Do outro lado, também se lutava mas com menos intensidade. Furão demorou a acordar e a estreia Rodrigo não acompanhava o fulgor dos seus opositores. Ainda assim, os brancos nunca baixavam os braços e aos 30 minutos eram premiados com o golo que reduzia a desvantagem para 1-2. 
Para esta escassez de golos, muito contribuiram as exibições dos centrais de ambas as equipas: Eliseu e Peter estavam sólidos nas respetivas defesas e iam conseguindo anular as investidas adversárias.

Chegámos ao intervalo com os pretos a vencerem pela margem mínima (2-1 ou 3-2, creio eu).

A segunda parte veio reforçar a ideia que ficara da primeira parte: superioridade dos pretos e incapacidade dos brancos para suster a tripla Joli, Claudemilson e Crispim. Com naturalide, os golos foram surgindo e criava-se um fosso cada vez maior entre as equipas, pelo que a certa altura a diferença era já de 3 golos. Mas a conjugação de alguns fatores trouxe novamente interesse ao jogo: Furão e Andrés (mas principamente Furão) subiram de rendimento e trouxeram alguma vida ao jogo branco. Em sentido inverso, Claudemilson,Crispim e João Sardão baixaram de rendimento, permitindo aos brancos acreditar que a reviravolta seria possível. Faltavam apenas 10 minutos para o final e a diferença era de apenas um golo. Mas o cansaço já era muito e os pretos recuperaram a vantagem, que iriam assegurar até final.
Vitória justa, da equipa mais robusta e capaz. Boa réplica branca ainda assim.
Jogo interessante sem casos nem grandes discussões.

Voltamos para a semana,

Um abraço
João Campos

Ruizinho Hércules, quando voltas? Já temos saudades das tuas exibições e reportagens. 



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