Sábado, 29 de novembro de 2025
Hoje tivemos de terminar o jogo às 17h30, por falta de luz.
Como todas as ações têm consequências, fomos informados que o responsável do campo não gostou (com razão, acrescento eu) de alguns comentários proferidos no sábado passado. Para além disso como pagamos apenas uma hora, teoricamente não precisamos de luz artificial.
Assim sendo, a menos que a haja jogo a seguir a nós, possivelmente não haverá luz enquanto jogarmos no campo do FCBonsucesso. Posto isto, para a próxima semana, o jogo fica já marcado para as 15h30.
Pretos 5
João Campos
Quintino
Nuno
Morais
Pai do Andres
Patricio
Augustin
Brancos 4
Papi
Matheus (GK)
Andres
Guilherme
Lucas
Sardão
Matheus
Antes do jogo:
Muitas baixas do atletas habituais, foi difícil convocar 14 atletas. E mais difícil ficou quando chegámos ao campo e verificámos que não estava lá o Jean Luca que se tinha comprometido a jogar. Lamentável. Pedimos então ao pai do Andres que fizesse o favor de jogar connosco e evitar a inferioridade numérica da equipa preta.
Vamos então ao jogo: rapidamente se notou que havia muito campo para tão poucos atletas. Nos brancos, Papi era o maestro e o motor da equipa, mas este não jogava só: Matheus e Andrés foram incansáveis a defender e atacar naquela imensidão de terreno. Destaco aqui também a estreia Lucas. Bom tecnica e taticamente, apresentou bons pormenores e também ajudou muito em tarefas defensivas. Os brancos que tinham o guardião-fixo Mateus, estavam mais organizados e foram os primeiros a marcar.
Mas os pretos também tinham os seus trunfos. Quintino e Campos entenderam-se bem e juntos fizeram belas jogadas, com o apoio de Augustin, Morais e Patrício.
Infelizmente, quando decorriam 15 minutos de jogo, Nuno lesionou-se em lance dividido com Lucas, o que o obrigou a ficar na baliza no resto da partida.
Confesso que não me recordo do resultado ao intervalo, mas penso que os brancos ganhavam por 2-1.
O jogo tinha poucos golos e na segunda parte o equilibrio manteve-se. E apesar do muito terreno para tão poucas pernas, os atletas foram mantendo a postura e não se entregavam ao cansaço. Aos 60 minutos havia 4-4 e já tinhámos pouca luz. Combinámos que ganharia quem marcasse o último golo. E foi quase às escuras que, servido pelo voluntarioso Quintino, Patrício fez o 5-4 final.
Apesar de todas as adversidades, acabou por ser um bom jogo, equilibrado até ao final. Parece-me que o resultado mais justo seria o empate.
Por fim, deixo aqui um especial agradecimento a duas pessoas:
Ao pai do Andres, que fez o favor de calçar as sapatilhas e jogar os 70 minutos connosco.
Um abraço e até sábado.


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