domingo, 8 de junho de 2025

 Sábado, 7 de Junho de 2025

PRETOS:  7

Mateus
Gueve
Eliseu
Conde
Sardão
Furão
Quintino
Peter

BRANCOS: 16

Handrey
Lautaro
Hércules
Joli
Claudemilson
Parente
Hugo
Campos

Peter e Parente juntaram-se e fizeram as equipas. À hora de jogo havia empate mas a última meia hora foi o descalabro.

Devido ao calor que se fazia sentir no sintético do Seminário, a Dona Dulce fez o favor de ligar a rega. Tivémos de iniciar a partida sem igualidade numérica. Matheus chegou quando decorriam 10 minutos de jogo e o resultado era curiosamente favorável aos pretos, que jogavam com um jogador a menos. Com naturalidade, os brancos reagiram e passaram para a frente do marcador. O ataque branco era envolvente e agradável, onde Parente, Hércules e Claudemilson apoiavam, com qualidade, Hugo e Campos.
Mas os pretos também estavam combativos. Quintino era o motor de uma equipa que nem sempre se entendia na perfeição, mas a verdade é que aos 40 minutos, os Pretos venciam por 5-4. Antes do intervalo, os brancos marcaram e fomos para o intervalo com um empate a 5 bolas.

O jogo estava interessante e na segunda parte, o equilibro reinava. Nos pretos, Quintino continuava a lutar muito e a disfarçar as pálidas exibições de Peter e Furão. Conde, que era o patrão da defesa Preta, fez também uma boa exibição e, com a preciosa ajuda do sempre útil e dedicado Eliseu, ia conseguindo travar as investidas atacantes da equipa branca, que atacavam com muita gente.

Aos 50 minutos, os brancos passaram para a frente do marcador, mas logo a seguir os pretos empatavam. O jogo estava renhido mas este terá sido o último golo dos pretos em toda a partida. Joli estava intratável na defesa, muito bem auxiliado por Handrey, este jogador que se apresenta sempre discreto e simples. E quando assim é, já sabemos, quem joga simples normalmente leva a melhor. Esta estabilidade na equipa branca fazia com que os jogadores do meio campo se conseguissem soltar no ataque.

Os brancos voltaram a marcar embalaram para uma exibição de belas trocas de bola. Os golos surgiam com naturalidade, perante uma equipa preta que mostrava um crescente desnorte e descrédito. O jogo ia perdendo o interesse à medida que o jogo se desenrolava, tal era o avolumar de bolas junto à baliza de Matheus, que fez o que pôde na baliza preta.

Vitória justa dos brancos, que mesmo sem um guardião fixo, foram sempre mais organizados. Felizmente foi um jogo sem grandes casos e no final reinou a boa disposição.

Voltamos para a semana,

Um abraço.
João Campos

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